O PILOTO X, n.o 39 (ANO 2)
Outro dia o jornalista Odir Cunha me convidou para o lançamento de seu livro "Na Raça!", que conta a história do bicampeonato mundial do Santos.
Apesar do Odir ser um sujeito sempre atencioso e agradável, um dos bons amigos que fiz na internet, e de acreditar que o evento seria bastante interessante, assim como o livro, não pude ir.
Raramente saio de Minas Gerais. Sou meio Urtigão, aquele personagem de Walt Disney que mora no campo, anda descalço, tem uma barba enorme, um chapéu murcho e uma cartucheira pronta para disparar a qualquer momento.
O Urtigão é um solitário que não gosta de ninguém por perto. Esse lado Urtigão é muito forte em mim, assim como o é no ex-jogador Tostão, colunista de vários jornais brasileiros e que também só aparece se for raptado e levado à força.
Gosto de ficar em casa, longe de multidões. Gosto de estar no meu kart, acelerando na solidão que os pilotos encontram debaixo do capacete. Gosto de estar no meu jipe, em meio à natureza, ouvindo os sons do silêncio do mato. Gosto de estar no computador, olhando de longe o mundo pela internet. Gosto, enfim, da paz e da quietude que a solidão me traz.
Existe uma música que curto bastante e que retrata esse meu lado Urtigão. O título da canção é “Vida Boa” e ela diz o seguinte:
“Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão, fogão à lenha ai, ai
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira,um burro bão
Uma baixada ribeira, um violão e umas galinha ai, ai
Tenho no quintal uns pé de fruta e de flor
E no meu peito por amor, plantei alguém, plantei alguém
Que vida boa ô ô ô
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa, sou eu no caminho do meu sertão
Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisa que fartá, marvada
pinga ai, ai
Pego o meu burrão
Faço na estrada a poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar do mata-burro ai, ai
Galopando vou
Depois da curva tem alguém
Que chamo sempre de meu bem, a me esperar, a me esperar”
Essa música foi escrita por Victor Chaves, da dupla mineira Victor e Léo. Pelo visto, Victor também é um Urtigão assumido.
Esta coluna tem o apoio da Eros Digital www.erosdigital.com.br, agência que trabalha com criação de site, site econômico, hospedagem de site, email, campanha online, email marketing, criação email marketing e disparo.
Outro dia o jornalista Odir Cunha me convidou para o lançamento de seu livro "Na Raça!", que conta a história do bicampeonato mundial do Santos.
Apesar do Odir ser um sujeito sempre atencioso e agradável, um dos bons amigos que fiz na internet, e de acreditar que o evento seria bastante interessante, assim como o livro, não pude ir.
Raramente saio de Minas Gerais. Sou meio Urtigão, aquele personagem de Walt Disney que mora no campo, anda descalço, tem uma barba enorme, um chapéu murcho e uma cartucheira pronta para disparar a qualquer momento.
O Urtigão é um solitário que não gosta de ninguém por perto. Esse lado Urtigão é muito forte em mim, assim como o é no ex-jogador Tostão, colunista de vários jornais brasileiros e que também só aparece se for raptado e levado à força.
Gosto de ficar em casa, longe de multidões. Gosto de estar no meu kart, acelerando na solidão que os pilotos encontram debaixo do capacete. Gosto de estar no meu jipe, em meio à natureza, ouvindo os sons do silêncio do mato. Gosto de estar no computador, olhando de longe o mundo pela internet. Gosto, enfim, da paz e da quietude que a solidão me traz.
Existe uma música que curto bastante e que retrata esse meu lado Urtigão. O título da canção é “Vida Boa” e ela diz o seguinte:
“Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
De fogo baixo aceso no fogão, fogão à lenha ai, ai
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira,um burro bão
Uma baixada ribeira, um violão e umas galinha ai, ai
Tenho no quintal uns pé de fruta e de flor
E no meu peito por amor, plantei alguém, plantei alguém
Que vida boa ô ô ô
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa, sou eu no caminho do meu sertão
Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisa que fartá, marvada
pinga ai, ai
Pego o meu burrão
Faço na estrada a poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar do mata-burro ai, ai
Galopando vou
Depois da curva tem alguém
Que chamo sempre de meu bem, a me esperar, a me esperar”
Essa música foi escrita por Victor Chaves, da dupla mineira Victor e Léo. Pelo visto, Victor também é um Urtigão assumido.
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